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App Minha Escola capta R$ 5 milhões com Triaxis e Crescera para levar pagamentos e crédito a 800 escolas

Startup de Caxias do Sul (RS) processa mais de R$ 24 milhões por mês em mensalidades e soma assinatura de software, taxa sobre pagamentos e antecipação de recebíveis

Por Redação Mundo das Fintechs · 12/10/2026 · 3 min de leitura
App Minha Escola capta R$ 5 milhões com Triaxis e Crescera para levar pagamentos e crédito a 800 escolas

Wagner Almeida, Vinícius Nunes e Isaias Santos, fundadores do App Minha Escola. Foto: Divulgação/App Minha Escola

A App Minha Escola, startup de gestão escolar de Caxias do Sul (RS), concluiu uma rodada seed de R$ 5 milhões, liderada pela Triaxis Capital e pela Crescera Capital por meio do Fundo Criatec 4, que tem entre os cotistas o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Badesul, agência de fomento gaúcha. O aporte foi noticiado nesta segunda-feira (12) pelo Brasil Inovador, com base em dados divulgados pela empresa.

Fundada em 2019 por Vinícius Nunes (CEO), Isaias Santos (CTO) e Wagner Almeida (COO), a empresa atende mais de 800 escolas privadas, soma mais de 100 mil usuários e processa mais de R$ 24 milhões por mês em mensalidades.

O modelo junta software e serviços financeiros: a escola paga uma assinatura mensal pelo sistema de secretaria, diário de classe e aplicativo para os pais, e a startup cobra taxas sobre as mensalidades pagas por boleto, Pix e cartão. Também oferece antecipação de recebíveis, para a escola receber já as mensalidades futuras, e linhas de crédito para reformas e tecnologia.

Segundo a empresa, o dinheiro vai para tecnologia, novos módulos de pagamento, expansão do time comercial e suporte à concessão de crédito. A aproximação com os fundos começou no Invest Match, programa do Instituto Caldeira com as agências de fomento gaúchas.

“O sistema financeiro tradicional marginaliza o pequeno e o médio”

Vinícius Nunes, CEO e cofundador do App Minha Escola, em entrevista à PEGN em agosto

Em agosto, em entrevista à revista PEGN, Nunes resumiu a tese: “O sistema financeiro tradicional marginaliza o pequeno e o médio”.

Por que importa. Por que importa: quem já controla a cobrança de um nicho tem o dado que o banco não tem para emprestar. A escola pequena é mal atendida pelo crédito tradicional, e a fintech vertical que processa a mensalidade ganha duas vezes, na taxa do pagamento e no spread da antecipação.

Fonte: Brasil Inovador. Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.

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