Atingida pela onda de ataques ao Pix, CMSW lança o NanooK.Wall, camada de proteção entre bancos e a infraestrutura de pagamentos instantâneos
Empresa de Orli Machado diz que o setor registrou mais de 70 ataques entre 2025 e 2026; solução será apresentada em 28 de outubro e depois na Colômbia e nos Estados Unidos

Orli Machado, fundador e CEO da CMSW · Foto: Divulgação/CMSW
A CMSW (C&M Software), empresa que conecta instituições financeiras às infraestruturas de pagamentos, anunciou nesta quarta-feira (21) o NanooK.Wall, solução de segurança para proteger os fluxos do Pix e de outros sistemas de pagamento instantâneo. O lançamento será feito em 28 de outubro, às 10h, em um webinar aberto ao setor financeiro, segundo comunicado publicado no Valor.
Segundo a empresa, entre 2025 e 2026 o setor financeiro brasileiro enfrentou uma sequência de incidentes de segurança, com referência a mais de 70 ataques no período. A CMSW afirma que esteve entre as empresas afetadas e que transformou o aprendizado em revisão de controles internos e em novas capacidades de proteção.
“Os incidentes demonstraram que a segurança dos pagamentos instantâneos precisa evoluir continuamente. Nossa responsabilidade foi transformar a experiência adquirida em conhecimento, engenharia e mecanismos adicionais de proteção. O NanooK.Wall é resultado desse processo”, afirmou Orli Machado, fundador e CEO da CMSW.
O NanooK.Wall funciona como uma camada adicional sobre as mensagens que ligam as instituições financeiras às infraestruturas de pagamento. Com arquitetura de proxy transparente, foi desenhado para exigir poucas mudanças nos sistemas transacionais existentes. A solução avalia as mensagens com base em parâmetros, regras e informações de contexto para apontar operações suspeitas, registra cada avaliação para auditoria e investigação e prevê o tratamento de mensagens em cenários de falha de comunicação.
“Os incidentes demonstraram que a segurança dos pagamentos instantâneos precisa evoluir continuamente. O NanooK.Wall é resultado desse processo”
Orli Machado, fundador e CEO da CMSW
A estreia é no Brasil, com apresentações previstas também para a Colômbia e os Estados Unidos, os três mercados em que a CMSW atua. O calendário de disponibilidade comercial e de implantação será divulgado conforme as etapas de validação em cada país.
Por que importa. Cada banco, fintech e instituição de pagamento ligada ao Pix virou alvo, e o Banco Central aperta as exigências de segurança a cada incidente. Isso abre um mercado recorrente para quem vende proteção, monitoramento e auditoria de transações para instituições pequenas e médias, que não têm time para construir isso sozinhas. Segurança de pagamento instantâneo deixou de ser custo e virou produto.
Fonte: Valor Econômico (PulseBrand, conteúdo patrocinado). Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.
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