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FIDC

Oliveira Trust põe para rodar o FIDC TAPSO IV, que estreia com R$ 5 bilhões de patrimônio

Fundo começou a operar em agosto com R$ 4,99 bilhões e chegou a R$ 5,04 bilhões em setembro; leva o nome do FIDC Tapso, que já foi o maior da indústria com recebíveis de cartão do Grupo Stone

Por Redação Mundo das Fintechs · 24/10/2026 · 3 min de leitura
Oliveira Trust põe para rodar o FIDC TAPSO IV, que estreia com R$ 5 bilhões de patrimônio

Avenida Faria Lima, em São Paulo. Foto: Mauro Cateb/Wikimedia Commons, CC BY-SA 4.0

O TAPSO IV, fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) administrado pela Oliveira Trust DTVM e gerido pela Oliveira Trust Servicer, começou a operar em agosto de 2026 com patrimônio líquido (PL) de R$ 4,99 bilhões, segundo levantamento da Uqbar publicado nesta quinta-feira (22). Em setembro, o PL do fundo chegou a R$ 5,04 bilhões.

O fundo foi constituído como condomínio fechado e tem prazo de duração indeterminado. Pelos dados do cadastro da CVM, o registro saiu em 11 de agosto e as operações começaram no dia 20 do mesmo mês. O TAPSO IV tem duas classes de cotas, sênior e subordinada, e só dois cotistas.

Com R$ 5 bilhões já no primeiro mês, o fundo nasce entre os grandes do mercado: a média dos FIDCs ativos é de R$ 261,72 milhões de PL, segundo o portal fidcs.com.br, que compila os informes da CVM. A Uqbar não divulgou, no trecho aberto do levantamento, quem cede os recebíveis do novo fundo.

O nome repete o do FIDC Tapso, também administrado e gerido pela Oliveira Trust. Em dezembro de 2024, ele liderava o ranking de patrimônio da indústria, com R$ 32,45 bilhões, segundo a Uqbar. Naquele fundo, as devedoras eram empresas do Grupo Stone, e os direitos creditórios vinham de transações com cartão de crédito.

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A Oliveira Trust Servicer, gestora do TAPSO IV, tem 209 FIDCs sob gestão, que somam R$ 81,61 bilhões, e a Oliveira Trust DTVM aparece como administradora de 599 fundos de direitos creditórios, de acordo com o fidcs.com.br.

Por que importa. um FIDC que nasce com R$ 5 bilhões mostra o tamanho do dinheiro que procura recebível bom para comprar. Toda adquirente, subcredenciadora ou fintech de crédito que gera recebíveis com histórico limpo pode vendê-los a um fundo e girar o caixa sem depender de banco, e quem organiza, administra e cobra essas carteiras ganha taxa sobre cada bilhão que passa.

Fonte: Uqbar e fidcs.com.br (dados da CVM). Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.

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