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Começar uma conversaRodada liderada pela Field Ventures e pela MGV leva a mais credores uma ferramenta que verifica cada fatura antes do crédito, hoje feita à mão em só uma de cada cinco.

Conhecida pelas tags de pedágio, a empresa do grupo Corpay já antecipa recebíveis com o CT-e como garantia e quer que serviços financeiros pesem mais no faturamento.

Em recuperação judicial, a companhia oferece cotas do fundo, administrado pela Oliveira Trust, para pagar credores; a BDO apontou superavaliação e dois credores recusaram.

São cerca de três meses de trabalho em guias de impostos, notas fiscais e conferência de extrato; 68% dizem que o negócio daria mais lucro com menos papelada.

É o terceiro fundo da dupla em menos de três anos, depois de veículos de R$ 50 milhões em 2024 e R$ 150 milhões em 2025.

Securitizadora aponta 1.263 produtores rurais em recuperação judicial no primeiro semestre, alta de 66% em um ano, e mais grandes empresas indo para a via extrajudicial.

Plataforma de orquestração de pagamentos, presente em mais de 190 países, quer tirar das empresas globais o trabalho de montar estrutura local para cada carteira digital.

Parceria com a BR Clin começa pela gestão de boletos, cobrança automatizada e antecipação; fintech fundada por Dante Pavan quer virar a camada financeira do setor odontológico.

Cofundador da fintech de infraestrutura, Raphael Dyxklay conta que a empresa deu lucro cedo e quer liderar a nova geração de pagamentos, enquanto embarca especialistas nos times dos clientes para automatizar o trabalho do CFO.

A empresa de origem uruguaia, que processa mais de R$ 1 trilhão em vendas de supermercados por ano, vende cerca de 30% do capital a um valuation de cerca de 5,5 vezes a receita anual. Partners Group e Bradesco também entram.

O PalmBio foi desenvolvido com a Tencent Cloud e roda em equipamentos da Positivo. A fintech de infraestrutura lê as veias da mão em menos de 300 milissegundos e projeta fechar 2026 com receita de R$ 100 milhões.

A fintech de Nova York, que vende tecnologia para grandes bancos, levantou US$ 120 milhões em ações numa Série E liderada pelo Citi e o restante em dívida. O dinheiro apoia a compra da eSecLending, especialista em empréstimo de títulos, por US$ 200 milhões.

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