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INFRAESTRUTURA

Pix chega a 30,1 bilhões de transações e regra mais dura do BC abre espaço para a infraestrutura da Stark Infra

Com o MED 2.0 obrigatório desde fevereiro e novas regras de contestação para março de 2027, operar o Pix fica mais caro; a Stark Infra vende a conexão pronta por API

Por Redação Mundo das Fintechs · 18/10/2026 · 3 min de leitura
Pix chega a 30,1 bilhões de transações e regra mais dura do BC abre espaço para a infraestrutura da Stark Infra

Ilustração: Stark Infra/Divulgação

O Pix somou 30,1 bilhões de transações nos canais digitais em 2025, alta de 20% sobre o ano anterior, segundo a Pesquisa Febraban de Tecnologia Bancária 2026. O avanço ocorre ao mesmo tempo em que o Banco Central endurece as regras contra golpes, o que encarece a operação de quem oferece o meio de pagamento. Os dados foram reunidos em conteúdo de marca da Stark Infra publicado pelo Startups na sexta-feira (16).

Segundo o levantamento da Febraban, o uso do Pix cresceu 53% no internet banking, 19% no mobile banking e 54% nas maquininhas.

Desde fevereiro de 2026, o MED 2.0 (Mecanismo Especial de Devolução) é obrigatório e exige rastrear o caminho do dinheiro além da primeira conta que recebeu os recursos, pedindo bloqueios e devoluções nas contas seguintes. Em setembro, o BC divulgou novas exigências para a contestação pelo MED, com vigência prevista para março de 2027: os aplicativos deverão orientar melhor quem sofreu golpe e permitir o envio de detalhes e documentos.

Para operar no Pix, uma instituição precisa trocar mensagens com o SPI (Sistema de Pagamentos Instantâneos), gerir chaves no DICT e dar conta de conciliações e reportes regulatórios, além de monitorar transações e compartilhar informações sobre suspeitas de fraude. Montar isso internamente exige investimento em tecnologia e equipe especializada.

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É nesse espaço que atua a Stark Infra, criada em 2022 e ligada ao Stark Bank, que é cliente da própria plataforma. A empresa oferece por APIs e microsserviços a conexão ao SPI e ao SPB, a gestão de chaves Pix, conciliação, Pix Automático e módulos de reporte regulatório, além de integração de cartões e crédito, para bancos, fintechs, varejistas e marketplaces. A companhia afirma ter 99,9% de disponibilidade, acima do mínimo exigido pelo BC.

O texto é patrocinado pela própria Stark Infra; os números de mercado são da Febraban e as regras do MED, do Banco Central.

Por que importa. Cada regra nova do Pix encarece a operação própria de quem quer oferecer conta, cartão ou crédito. Isso abre mercado em duas pontas: para a fintech de infraestrutura que vende essa estrutura pronta por API, e para a fintech de nicho que terceiriza a parte regulatória e gasta o caixa onde dá dinheiro, em produto e distribuição.

Fonte: Startups (conteúdo de marca da Stark Infra). Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.

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