Tecban testa em Cuiabá espaço físico de 150 m² compartilhado por bancos, o primeiro Espaço Banco24Horas
Piloto reúne autoatendimento e atendimento presencial no mesmo endereço, aberto das 6h às 22h; rede Banco24Horas tem cerca de 35 mil equipamentos em mais de 2.100 municípios

Espaço Banco24Horas em Cuiabá (MT). Foto: Tecban/Divulgação
A Tecban, empresa que administra a rede Banco24Horas, abriu no centro de Cuiabá (MT) o primeiro Espaço Banco24Horas, um projeto-piloto de infraestrutura física compartilhada por instituições financeiras. O espaço foi inaugurado em 15 de setembro e o projeto foi divulgado pela companhia em outubro, segundo o Let's Money.
O local tem 150 m² e funciona todos os dias, das 6h às 22h, reunindo terminais de autoatendimento e apoio presencial no mesmo ambiente. Das 9h às 17h, um funcionário do atendimento “Posso Ajudar” orienta os consumidores no uso dos serviços.
A ideia leva para o balcão a lógica que deu origem ao Banco24Horas: dividir a infraestrutura entre várias instituições para ganhar eficiência e manter os serviços perto do consumidor. “Com este piloto, avançamos nessa trajetória ao testar um novo formato com ênfase na integração de tecnologia, estrutura física e apoio ao consumidor para atender o cliente onde e como ele precisa”, afirma Patricio Santelices, CEO do Grupo Tecban.
A rede Banco24Horas está presente em mais de 2.100 municípios, com cerca de 35 mil equipamentos. Além dela, a Tecban gere mais de 6 mil equipamentos de instituições parceiras e oferece cofres inteligentes, transporte, custódia e processamento de numerário, com frota própria e 20 bases operacionais em todas as regiões do país.
“O Banco24Horas nasceu da capacidade de conectar diferentes instituições em uma mesma infraestrutura, gerando eficiência para o sistema financeiro e ampliando o acesso para as pessoas”
Patricio Santelices, CEO do Grupo Tecban
Durante o piloto, a empresa vai acompanhar a operação e a experiência dos consumidores, e os dados vão orientar a decisão sobre os próximos passos. A Tecban não informou quais instituições participam do espaço nem se o formato será levado a outras cidades.
Por que importa. Agência própria custa caro, e o cliente ainda quer um lugar físico para resolver problema. Dividir o ponto com outros bancos corta esse custo, e uma fintech pode oferecer atendimento presencial sem abrir loja, ou ganhar dinheiro vendendo esse tipo de infraestrutura compartilhada.
Fonte: Let's Money. Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.
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