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Zup, do Itaú, e B3 se unem para montar a estrutura de crédito das duplicatas escriturais

O crédito lastreado em duplicatas escriturais tem potencial estimado em R$ 10 trilhões no Brasil.

Por Redação Mundo das Fintechs · 07/10/2026 · 3 min de leitura
Zup, do Itaú, e B3 se unem para montar a estrutura de crédito das duplicatas escriturais

Foto: André Palma, CEO da Zup. Divulgação/Zup (via StartSe). Logos: Zup e B3

A Zup, empresa de tecnologia do grupo Itaú Unibanco, passou a ter a B3 como cliente, segundo o Let's Money. As duas abrem uma frente conjunta para desenvolver a integração ao ecossistema de duplicatas escriturais, e a Zup fica responsável pela arquitetura que conecta a bolsa ao novo mercado de crédito digital das duplicatas.

O mercado é grande: estima-se que o crédito lastreado em duplicatas escriturais tenha potencial de cerca de R$ 10 trilhões no Brasil. A duplicata é emitida sempre que uma empresa vende a prazo e é um dos pilares do crédito comercial. Nos últimos anos, deixou de ser papel, sujeito a fraudes e à lentidão dos cartórios, e virou um registro eletrônico único e rastreável, validado por escrituradoras autorizadas pelo Banco Central, entre elas a B3.

Líder no registro de duplicata mercantil, a B3 passa a atuar como registradora e escrituradora de duplicata escritural, com uma esteira que vai do registro à liquidação. A frente interessa às instituições financeiras que vão registrar e negociar esses títulos e às empresas que vendem a prazo e usam as duplicatas como garantia de crédito.

“Duplicatas escriturais são infraestrutura de mercado, e infraestrutura de mercado exige tecnologia de ponta, resiliente e segura.”

André Palma, CEO da Zup

Por que importa. Um crédito de R$ 10 trilhões está ficando digital. Quem plugar sua fintech na duplicata escritural primeiro vai emprestar com garantia mais segura e rastreável para quem vende a prazo.

Fonte: Let's Money. Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.

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