Revolut lança cartão do GP de São Paulo de F1 por R$ 119 e diz crescer no Brasil mais rápido do que nunca
Edição limitada com o Piso Paulista e o logo da Audi Revolut F1 Team chega antes da corrida de 6 a 8 de novembro; fintech britânica estendeu o crédito a todos os planos e zerou o IOF no câmbio

Cartão Revolut São Paulo, edição do GP de F1. Foto: Divulgação/Revolut
A Revolut lançou um cartão de edição limitada inspirado em São Paulo para o Grande Prêmio do Brasil de Fórmula 1, que acontece de 6 a 8 de novembro na capital paulista. O cartão custa R$ 119, mais taxa de entrega, e pode ser pedido por clientes a partir de 18 anos, que já podem entrar na lista de espera pelo aplicativo.
O design usa o padrão geométrico do Piso Paulista, das calçadas da cidade, com acabamento brilhante e tátil, bordas douradas e o logotipo da Audi Revolut F1 Team, equipe patrocinada pela fintech que corre em casa com o piloto paulistano Gabriel Bortoleto. O lançamento foi anunciado na quinta-feira (22) e noticiado pelo MKT Esportivo nesta sexta-feira (23).
“É essa mesma ambição que faz com que os brasileiros não se conformem com menos quando o assunto são suas finanças e é por isso que estamos crescendo mais rápido do que nunca no mercado”, afirmou o CEO da Revolut no Brasil, Glauber Mota, que promete outras novidades para São Paulo.
O país está entre os mercados de crescimento mais rápido da Revolut no mundo. Aqui, a fintech oferece conta global com mais de 30 moedas, cartões aceitos em mais de 160 países, Pix, boletos e o programa de pontos RevPoints. Recentemente, zerou o IOF na compra de moeda estrangeira e isenta spread e tarifas até um limite mensal que vai de R$ 1.000 no plano gratuito a R$ 20 mil no Ultra; depois disso, o spread informado é de 1,4%.
“São Paulo é onde começou a trajetória da Revolut no Brasil, e nosso cartão de edição especial foi inspirado no espírito da cidade.”
Glauber Mota, CEO da Revolut no Brasil
O crédito é a outra frente. Depois de testar a linha no ano passado com clientes do plano de entrada, a Revolut estendeu o acesso a todas as cinco categorias de assinatura, com liberação gradual. O topo, o Ultra, inclui cartão Visa Infinite, salas VIP ilimitadas e três pontos por dólar gasto.
Por que importa. A Revolut cobra R$ 119 por um pedaço de plástico porque o cartão virou objeto de desejo, e cada cliente que entra pela emoção do esporte depois usa câmbio, assinatura e crédito, onde está a receita de verdade. Para quem monta fintech, a lição vale em escala menor: cartão temático, parceria com time ou evento local e um produto de entrada barato custam pouco e trazem cliente que a publicidade comum não traz.
Fonte: MKT Esportivo. Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.
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