Visa traz Alexandre Monteiro, após quase 13 anos no México, para comandar riscos no Brasil
O executivo, com 28 anos de mercado e passagens por Bradesco e American Express, vai cuidar de fraudes, subscrição e risco operacional junto a fintechs, bancos e reguladores.

Alexandre Monteiro, vice-presidente e diretor de riscos da Visa no Brasil. Imagem: Divulgação/Visa
A Visa nomeou Alexandre Monteiro vice-presidente e diretor de riscos (Chief Risk Officer) da operação brasileira, segundo o Finsiders Brasil. A informação foi divulgada pela companhia nesta terça-feira (13). O executivo passou quase 13 anos no México, onde comandava a divisão de risco da empresa, e agora terá sede em São Paulo.
Na nova função, Monteiro vai trabalhar com fintechs, instituições financeiras, órgãos reguladores e provedores de serviços. As principais frentes são prevenção a fraudes, subscrição e risco operacional. Ele também fica à frente dos programas de risco de emissão e de aquisição e apoia o relacionamento institucional da Visa com os reguladores.
Em nota, a Visa afirmou que o mercado brasileiro de pagamentos está entre os mais dinâmicos do mundo e que, nesse cenário, a gestão de riscos ganha importância estratégica. Segundo a empresa, a experiência do executivo em diferentes mercados vai ajudar clientes e parceiros a lidar com os desafios trazidos pelas novas tecnologias.
Monteiro soma 28 anos nos mercados financeiros brasileiro e mexicano, com cargos de liderança no Bradesco Brasil, no Bradesco México e na American Express, sobretudo em risco de crédito e prevenção a fraudes. É engenheiro de produção pela Escola Politécnica da USP e mestre em Finanças pela Universidad Panamericana de Guadalajara.
“O mercado brasileiro de pagamentos está entre os mais dinâmicos do mundo e, nesse cenário, a gestão de riscos ganha importância estratégica.”
Visa, em nota citada pelo Finsiders Brasil
Por que importa. Quando a maior bandeira do mundo põe um executivo de risco para trabalhar lado a lado com fintechs, ela mostra onde está o dinheiro: cada emissor e cada credenciador novo precisa de antifraude, subscrição e monitoramento de transação. Fintech que vende risco como serviço, de análise de lojista a detecção de golpe no cartão, tem cliente em todo o mercado de pagamentos.
Fonte: Finsiders Brasil. Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.
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