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Astride, fintech de brasileiros em Miami que cuida de US$ 5 bilhões em ativos de clientes, incorpora a 2atax e muda de posicionamento

Com mais de 2 mil clientes e R$ 8 milhões captados, a empresa deixa de se apresentar como contadora digital e passa a vender inteligência tributária e patrimonial internacional

Por Redação Mundo das Fintechs · 10/10/2026 · 3 min de leitura
Astride, fintech de brasileiros em Miami que cuida de US$ 5 bilhões em ativos de clientes, incorpora a 2atax e muda de posicionamento

Cristina Sampaio Teixeira, fundadora e CEO da Astride. Foto: Divulgação/2atax

A Astride, fintech fundada em 2021 em Miami por brasileiros, oficializou um novo posicionamento de marca, segundo o portal Grandes Nomes da Propaganda, que publicou a notícia neste sábado (10). A empresa, que cuida da contabilidade e dos impostos de brasileiros com empresas e patrimônio no exterior, deixa a posição de contadora digital, associada a automação e preço, e passa a se apresentar como uma operação de inteligência tributária e patrimonial internacional.

A Astride atende mais de 2.000 clientes, reúne mais de 250 parceiros e tem parcerias com corretoras como Avenue e BTG. As empresas mantidas no exterior pelos seus clientes somam mais de US$ 5 bilhões em ativos e investimentos, segundo dados da companhia com data-base de junho de 2026. A fintech captou R$ 8 milhões em duas rodadas, a segunda liderada pela Kiara Capital.

A mudança ganhou peso com a incorporação da 2atax, marca da mesma fundadora, Cristina Sampaio Teixeira, que é CEO da Astride, voltada a clientes de patrimônio elevado e atendimento personalizado. A operação levou para a Astride uma carteira premium. A linha de produtos foi organizada em três níveis, Essential, Pro e Unique, com nomes em inglês para funcionar nos três idiomas em que a empresa atende; o plano Unique herda o modelo de atendimento da 2atax.

A empresa atua entre as plataformas de investimento internacional, que falam de acesso, dólar e rendimento, e os escritórios de contabilidade, que tratam de conformidade em linguagem técnica: cuida da estrutura fiscal e patrimonial de quem tem ativos em mais de um país, sem intermediar investimentos.

“Fusão é um problema de marca antes de ser qualquer outra coisa”

Leo Massarelli, sócio da Colírio

O projeto de marca foi feito pela Colírio, estúdio de branding da QNCO, com estratégia, arquitetura de marca, nomes dos produtos, identidade visual e novo site. “Quando duas carteiras com expectativas diferentes passam a ser atendidas pela mesma empresa, é a arquitetura de marca que define o que cada cliente vai encontrar”, disse Leo Massarelli, sócio da Colírio.

Por que importa. Cada brasileiro que abre conta na Avenue ou compra ativo lá fora ganha uma obrigação fiscal em dois países, e quase ninguém sabe cumprir sozinho. A Astride cobra por isso de 2 mil clientes que somam US$ 5 bilhões em ativos, com plano premium para quem tem mais patrimônio. Uma fintech que embute imposto e declaração no investimento internacional vende uma assinatura recorrente para um público que só cresce.

Fonte: Grandes Nomes da Propaganda. Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.

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