Fintechs na bolsaBolsa
Nubank US$ 11,62 +0,09%Inter US$ 4,03 +0,5%PagBank US$ 7,89 −0,63%Stone US$ 7,64 −1,42%XP US$ 14,04 −1,75%Nubank US$ 11,62 +0,09%Inter US$ 4,03 +0,5%PagBank US$ 7,89 −0,63%Stone US$ 7,64 −1,42%XP US$ 14,04 −1,75%
Abra sua fintech
Mundo das FintechsMundo das Fintechs
Buscar no Mundo das Fintechs
Publicidade
Hub 360
O time tech da sua fintech

Tenha sua plataforma de Banking ou Crédito no ar em semanas. Depois, ela cresce com você: módulo a módulo, ideia a ideia

Começar uma conversa
Captação

Omni, seguro de medicamentos para empresas, capta rodada liderada pela ACNext e quer dobrar vidas e chegar a R$ 50 milhões de receita em 2027

Startup de Fernando Domingues, cofundador da Conexa Saúde, já levantou R$ 30 milhões em três rodadas; GreenRock e Enseada, family office dos Larragoiti, voltaram a investir

Por Redação Mundo das Fintechs · 03/11/2026 · 3 min de leitura
Omni, seguro de medicamentos para empresas, capta rodada liderada pela ACNext e quer dobrar…

Fernando Domingues, fundador e CEO da Omni. Foto: Divulgação/Omni

A Omni, seguro de medicamentos usado por empresas como Azul, Light, MetLife e Spoleto, fechou uma nova rodada de investimento liderada pela ACNext, gestora de venture capital fundada por ex-executivos da Accenture, segundo o Brazil Journal nesta terça-feira (3). O dinheiro vai financiar o plano de dobrar a base de vidas atendidas até o fim de 2027 e chegar a R$ 50 milhões de receita.

O valor da rodada não foi divulgado. Participaram também dois fundos que já eram sócios: a GreenRock, das famílias fundadoras do laboratório Salomão Zoppi, e a Enseada, family office dos Larragoiti, da SulAmérica. Segundo o fundador e CEO, Fernando Domingues, a Omni somou R$ 30 milhões nas três rodadas que fez desde que foi criada, em 2024.

O modelo funciona por aplicativo. Empregadores e operadoras de saúde pagam um valor mensal por vida e definem quanto cada pessoa pode gastar com remédios. O funcionário envia a receita e, se o medicamento estiver coberto, paga a compra na farmácia via Pix da Omni. Depois manda o cupom fiscal, que é conferido por ferramentas de inteligência artificial para checar se a compra bate com a prescrição.

A Omni diz que não ganha com a venda dos remédios nem com comissão das farmácias: a receita vem da administração do risco, controlando a sinistralidade e evitando fraudes. Em outubro, a receita recorrente anualizada (ARR) foi de R$ 26 milhões, e a meta é fechar dezembro com R$ 30 milhões. Para o fim de 2027, a projeção é de R$ 50 milhões de receita e o primeiro breakeven.

“Nos EUA, o mercado de seguro de medicamentos, que eles chamam de PBMs, é um mercado de trilhões de dólares. Mas no Brasil ainda é muito pequeno.”

Fernando Domingues, fundador e CEO da Omni, ao Brazil Journal

Domingues foi um dos fundadores da Conexa Saúde, de telemedicina, que captou cerca de R$ 300 milhões com investidores como Goldman Sachs, General Atlantic e Vivo Ventures. Ele estava no conselho da Conexa desde 2022 e vendeu sua participação a um fundo no ano passado para se dedicar só à Omni.

“Os dois negócios surgiram da mesma forma: vendo um gap no mercado brasileiro quando comparado com o mercado americano de saúde”, disse Domingues ao Brazil Journal. No Brasil, a Omni concorre com Funcional, VidaLink e Epharma, empresas mais antigas do setor.

Por que importa. A Omni cobra uma mensalidade por vida e ganha administrando o risco, com pagamento por Pix e checagem do cupom por IA, um modelo de receita recorrente que já roda a R$ 26 milhões por ano. Benefício corporativo com pagamento embutido é um nicho em que a fintech de cartão e de benefícios pode entrar: quem controla o pagamento na ponta controla a fraude e a margem.

Fonte: Brazil Journal. Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.

Gostou? Receba o Radar do Mundo das Fintechs

As notícias de fintech que importam, em 3 minutos. Todos os dias, às 7h, de graça.

Siga o Mundo das Fintechs

As notícias de fintech todo dia no seu feed.

LinkedInInstagram

Leia também