A5X, nova bolsa que captou R$ 360 milhões, contrata Ricardo Nilsen como CISO para cuidar da segurança antes da estreia em 2027
Executivo com mais de 20 anos em segurança da informação, com passagens por Safra, Cielo e Siemens, vai liderar cibersegurança, combate à fraude e privacidade de dados da bolsa de derivativos

Ricardo Nilsen, CISO da A5X. Foto: Divulgação/A5X
A A5X, nova bolsa de derivativos do Brasil, anunciou na sexta-feira (30) a contratação de Ricardo Nilsen como diretor-executivo de segurança da informação (CISO, na sigla em inglês). Ele fica responsável por segurança cibernética, prevenção e combate à fraude e privacidade de dados na infraestrutura de negociação e pós-negociação que a companhia desenvolve.
Nilsen soma mais de 20 anos de experiência em segurança da informação, em empresas dos setores financeiro, de meios de pagamento e de tecnologia. Foi CISO do Banco Safra e passou por Cielo e Siemens. Também participou do Conselho de Engajamento Regional para o Brasil do PCI Security Standards Council (PCI SSC) e integrou a Comissão Executiva de Segurança Cibernética da Federação Brasileira de Bancos (Febraban).
“Ricardo traz para a A5X liderança e experiência adquiridas em anos de atuação em instituições financeiras e de varejo, nas quais a segurança é crucial. A resiliência financeira e a operacional formam um pilar estratégico da A5X. Não abrimos mão de ter as melhores pessoas, tecnologias e processos”, afirmou André d'Almeida Monteiro, diretor de governança e riscos corporativos da A5X, em nota.
A contratação faz parte do reforço da equipe para a entrada em operação, prevista para o primeiro semestre de 2027. Em outubro, a A5X anunciou André Passaro, que passou mais de 20 anos na CVM, como diretor de regulação (CRO, na sigla em inglês). Neste ano, a empresa também trouxe Cícero Vieira como sócio e advisor estratégico e captou R$ 360 milhões em sua Série D, rodada em que a XP Inc. exerceu sua opção de compra e entrou na base de investidores, segundo o Finsiders Brasil. A A5X tem como CEO o cofundador Carlos Ferreira Filho; o cofundador Karel Luketic é vice-presidente.
“Contribuir para a construção da primeira nova bolsa do Brasil e garantir a sua segurança e resiliência é uma oportunidade única.”
Ricardo Nilsen, diretor-executivo de segurança da informação (CISO) da A5X
Por que importa. Uma bolsa nova precisa contratar conectividade com corretoras, sistemas antifraude, monitoramento de risco e dados de mercado antes de abrir. Para fintechs de infraestrutura e de segurança, um segundo mercado de derivativos no Brasil cria um cliente novo e obriga as corretoras a se conectar a mais uma bolsa além da B3. É receita que hoje não existe.
Fonte: Finsiders Brasil. Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.
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