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Pix

Máquinas operadas pela Autopass no Metrô de SP passam a aceitar Pix nas 4 linhas; última etapa é nesta sexta

O Pix chegou às máquinas de autoatendimento do sistema TOP em 20 de outubro, pela Linha 1-Azul; pelo cronograma, a Linha 15-Prata fecha a implantação em 29 e 30 de outubro. O bilhete magnético pode ser usado até o dia 31

Por Redação Mundo das Fintechs · 30/10/2026 · 3 min de leitura
Máquinas operadas pela Autopass no Metrô de SP passam a aceitar Pix nas 4 linhas; última etapa é…

Reprodução/TV LW

O Metrô de São Paulo deve concluir nesta sexta-feira (30), segundo o cronograma divulgado pela companhia, a liberação do Pix como forma de pagamento nas máquinas de autoatendimento das quatro linhas que opera (1-Azul, 2-Verde, 3-Vermelha e 15-Prata). A última etapa prevista é a Linha 15-Prata, em 29 e 30 de outubro, de uma implantação que começou em 20 de outubro na Linha 1-Azul. As máquinas fazem parte do sistema TOP e são operadas pela Autopass.

A liberação foi feita aos poucos: a Linha 1-Azul teve todas as máquinas habilitadas até 22 de outubro, a Linha 2-Verde em 23 e 26 de outubro e a Linha 3-Vermelha em 27 e 28 de outubro. Os equipamentos estão em todas as estações e vendem bilhetes unitários com QR Code, impressos na hora. Eles já aceitavam cartão de débito.

“O Pix passa a ser mais uma alternativa de pagamento nestas máquinas que já aceitam cartões de débito”, informou o Metrô em comunicado. O comunicado não diz qual banco, fintech ou instituição de pagamento processa as transações Pix.

O Pix se soma a outros canais de venda: guichês, os cartões Bilhete Único e TOP, o WhatsApp, o aplicativo TOP e o pagamento por aproximação direto nas catracas. Essa última opção foi lançada em dezembro do ano passado e ampliada em setembro para todas as catracas, que aceitam cartões de crédito e débito físicos ou em carteiras digitais de celulares e relógios.

“O Pix passa a ser mais uma alternativa de pagamento nestas máquinas que já aceitam cartões de débito.”

Metrô de São Paulo, em comunicado

A mudança acompanha o fim do bilhete magnético Edmonson, usado desde o início da operação comercial do Metrô, em 1974. Os passageiros podem usá-lo nas estações até sábado (31); depois dessa data, o Metrô vai abrir postos de troca.

Por que importa. Cada bilhete vendido por Pix numa máquina é uma cobrança instantânea, gerada e conciliada em tempo real, e o transporte público vende passagens em grande volume todos os dias. Quem domina QR Code dinâmico, conciliação em escala e integração com equipamentos de autoatendimento tem um mercado enorme fora do Metrô: ônibus municipais, trens, estacionamentos, pedágios e todo terminal que hoje só aceita cartão ou dinheiro. É uma porta de entrada para fintechs e subadquirentes que queiram vender essa tecnologia a operadores de bilhetagem.

Fonte: Metrô de São Paulo (comunicado reproduzido pelo Jornal Cotia Agora), Alphaville e Arredores e TV LW. Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.

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