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Pagamentos

pede.ai lança o pdv.ai por R$ 99 ao mês e fecha no interior um ecossistema com pagamentos e crédito da Delfinance para 35 mil lojistas

O app de delivery nascido em Petrolina (PE) quer ser o sistema operacional do restaurante de cidade pequena, no modelo da americana Toast, e mira 2.000 restaurantes até o fim de 2027

Por Redação Mundo das Fintechs · 26/10/2026 · 3 min de leitura
pede.ai lança o pdv.ai por R$ 99 ao mês e fecha no interior um ecossistema com pagamentos e…

Dona de restaurante em Petrolina (PE). Foto: Divulgação/pede.ai

O pede.ai, plataforma de delivery que atua no interior do Brasil, lançou o pdv.ai, sistema de gestão para bares e restaurantes que junta num só software o salão, o delivery, a cozinha, a nota fiscal e o financeiro. O anúncio foi publicado nesta segunda-feira (26) em conteúdo de marca na revista Pequenas Empresas & Grandes Negócios.

O lançamento fecha um conjunto que o grupo vem montando desde 2017, quando nasceu como app de delivery em Petrolina (PE). Em 2024, a logística virou o leve.ai, com mais de 9 mil entregadores cadastrados. Em 2026 vieram os meios de pagamento, com o vende.ai, e o crédito ao lojista, com o pede.cash, oferecido dentro do app em parceria com a instituição financeira Delfinance. A ideia é que o histórico de vendas registrado no pdv.ai abra ao restaurante o acesso a esse crédito.

“O que o lojista das cidades menores ainda não tinha era um sistema que conversasse com o resto da operação dele de maneira hiperconectada: o marketplace onde ele vende, o entregador que leva o pedido, a maquininha onde ele recebe, o crédito que ele precisa para crescer”, disse João Neves, cofundador e CEO do pede.ai.

O plano básico custa R$ 99 por mês e inclui cardápio digital sem comissão nas vendas diretas, robô de WhatsApp com IA, mesas e comandas, tela de cozinha, nota fiscal ao consumidor e estoque. O sistema se integra ao próprio pede.ai, ao iFood, à 99Food e a cartão, Pix e NuPay. A referência declarada é a americana Toast, que virou o “sistema operacional” dos restaurantes nos Estados Unidos.

“O restaurante do interior não compra software caro, compra software que se paga”

Renno Machiolli, diretor comercial do pdv.ai

O grupo está em cerca de 200 cidades de 21 estados, com mais de 2,5 milhões de clientes e mais de 35 mil estabelecimentos parceiros cadastrados ao longo da história. A meta é levar o pdv.ai a 2.000 restaurantes até o fim de 2027. A Abrasel projeta que bares e restaurantes faturem R$ 540 bilhões em 2026, cerca de 9% acima de 2025.

Por que importa. A Toast mostrou que o dinheiro do restaurante não está na mensalidade do software, e sim no pagamento e no crédito que passam por ele. O pede.ai cobra R$ 99 pelo sistema e ganha no vende.ai e no pede.cash, com a Delfinance por trás do crédito. No interior, onde banco grande não enxerga o lojista, quem tem o dado da venda diária consegue emprestar com menos risco: é aí que uma fintech vertical, com um parceiro de BaaS, faz margem.

Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios (conteúdo de marca). Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.

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