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Pagamentos internacionais

Sokin, fintech de câmbio que movimenta US$ 11 bilhões por ano, vira patrocinadora de manga e parceira de pagamentos do Chelsea

Acordo de vários anos põe a marca da fintech londrina nas camisas masculina, feminina e da base e entrega a ela os pagamentos e o câmbio do clube

Por Redação Mundo das Fintechs · 26/10/2026 · 3 min de leitura
Sokin, fintech de câmbio que movimenta US$ 11 bilhões por ano, vira patrocinadora de manga e…

Camisa do Chelsea com a marca da Sokin na manga. Foto: Divulgação/Sokin

O Chelsea anunciou um acordo de vários anos com a Sokin, fintech de pagamentos empresariais e câmbio com sede em Londres. A empresa passa a ser parceira principal do clube e parceira oficial de pagamentos empresariais e câmbio do Chelsea e do Chelsea Women. Valores e duração exata não foram divulgados.

A marca da Sokin vai nas mangas das camisas titulares, reservas e alternativas dos times masculino, feminino e da base a partir da temporada 2026/27. A estreia foi no sábado (24), no jogo do time masculino contra o Tottenham, em Stamford Bridge.

Além da exposição, o acordo dá à fintech a operação financeira do clube: a Sokin vai cuidar de como o Chelsea envia, recebe e administra dinheiro nas várias moedas com que trabalha, com parceiros, competições e torcedores pelo mundo.

Fundada em 2019, a Sokin oferece numa só plataforma pagamentos empresariais, contas em várias moedas, câmbio, checkout e tesouraria. Segundo a empresa, mais de US$ 11 bilhões por ano passam pela plataforma, que atende empresas em mais de 170 países e opera em mais de 70 moedas, com licenças em mais de 36 países. A fintech já captou mais de US$ 100 milhões, de investidores como Morgan Stanley Expansion Capital e Prysm Capital.

“Chelsea joga no maior palco do futebol mundial, e seus negócios rodam em dezenas de moedas”

Vroon Modgill, CEO e fundador da Sokin

“O Chelsea joga no maior palco do futebol mundial, e seus negócios rodam em dezenas de moedas. A Sokin foi criada para isso, com pagamentos e câmbio regulados em várias moedas para organizações que operam internacionalmente”, afirmou Vroon Modgill, CEO e fundador da Sokin.

“A expertise da Sokin em pagamentos empresariais e seu foco em simplificá-los para as empresas que atende fazem dela uma escolha natural para o clube”, disse Jason Gannon, presidente do Chelsea. Segundo a Máquina do Esporte, a Sokin também patrocina o Manchester United e tem acordos no críquete, no golfe e no triatlo.

Por que importa. Câmbio é um dos negócios mais rentáveis das finanças, porque a fintech ganha no spread de cada conversão e na tarifa de cada envio. A Sokin mostra que dá para construir uma empresa grande atendendo só quem paga e recebe em várias moedas. No Brasil, com as novas regras de câmbio e eFX do Banco Central, há espaço para fintechs que façam o mesmo para exportadores, importadores, clubes e e-commerces que vendem para fora.

Fonte: Sokin e Máquina do Esporte. Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.

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