Fintechs na bolsaBolsa
Nubank US$ 11,99 −3,31%Inter US$ 4,08 −7,9%PagBank US$ 8,12 −3,33%Stone US$ 8,04 −1,47%XP US$ 15,87 −0,6%Nubank US$ 11,99 −3,31%Inter US$ 4,08 −7,9%PagBank US$ 8,12 −3,33%Stone US$ 8,04 −1,47%XP US$ 15,87 −0,6%
Abra sua fintech
Mundo das FintechsMundo das Fintechs
Buscar no Mundo das Fintechs
Publicidade
Hub 360
O time tech da sua fintech

Tenha sua plataforma de Banking ou Crédito no ar em semanas. Depois, ela cresce com você: módulo a módulo, ideia a ideia

Começar uma conversa
Cripto

Cainvest lança monitor de licenças cripto e conta 21 pedidos em aberto no BC a dois dias do prazo

Avenia, Bloquo, Nonco, Lumx e Liqi estão entre os últimos a protocolar; quem não pedir autorização como PSAV até sexta-feira (30) terá de parar de operar

Por Redação Mundo das Fintechs · 28/10/2026 · 3 min de leitura
Cainvest lança monitor de licenças cripto e conta 21 pedidos em aberto no BC a dois dias do prazo

Charles Aboulafia, CEO da Cainvest, e Caio Barbosa, fundador e co-CEO da Lumx. Divulgação/Cainvest e Divulgação/Lumx

O grupo financeiro Cainvest, que se apresenta como infraestrutura institucional para operações reguladas de ativos digitais e bancárias, criou o SPSAV Monitor, um acompanhamento público dos pedidos de autorização feitos ao Banco Central por empresas que querem operar como sociedades prestadoras de serviços de ativos virtuais (PSAV). A ferramenta foi divulgada nesta quarta-feira (28), segundo a Exame.

Pelo levantamento, 21 instituições têm pedidos em aberto no BC. Três já estão na agenda de decisão da autoridade monetária, dois estão em exame e dois aguardam documentos ou resposta de quem pediu. A regulamentação publicada pelo BC no ano passado dá prazo até esta sexta-feira (30) para que toda empresa que opera com criptoativos no país peça autorização. Quem não pedir, ou não for autorizado, perde o direito de operar e passa a ser tratado como instituição irregular.

Os pedidos mais recentes foram da Avenia, emissora da stablecoin BRLA, que pediu licença para custódia, intermediação, câmbio e conta de pagamento, e da Bloquo, que monta infraestrutura de pagamentos internacionais, câmbio e liquidez com stablecoins e pediu para atuar como corretora de ativos virtuais. Antes delas, protocolaram a Nonco, que opera liquidez cripto institucional e mesa OTC com capital próprio e já tem licença equivalente nas Ilhas Virgens Britânicas; a Lumx, que há dois anos constrói uma infraestrutura de pagamentos internacionais com stablecoins; e a Liqi, tokenizadora que oferece cripto como serviço a clientes como Itaú, Avenue, Méliuz e Porto Bank.

Entre os bancos, o Itaú foi o primeiro a formalizar a atuação como prestador de serviços de criptoativos no BC. Nesta semana também pediram licença o Mercado Bitcoin, a Ripio, que fez um pedido separado para operar câmbio, e a Binance. Segundo o boletim da Cainvest, o BC deve receber cerca de 50 novos pedidos até sexta-feira. Na outra ponta, a Revolut encerrou a venda de criptomoedas a clientes brasileiros: depois de 24 de novembro, o saldo restante será convertido automaticamente em dólares.

“”

Por que importa. A licença de PSAV vira barreira de entrada: quem fica fora para de operar, e quem entra pode vender a estrutura regulada para outros. É o que Liqi, Lumx e Bloquo fazem, cobrando de bancos, corretoras e varejistas para que ofereçam cripto, stablecoin e pagamento internacional sem montar tudo do zero. Com dezenas de empresas correndo atrás da autorização, há espaço para a fintech que vende infraestrutura, compliance ou até o monitoramento do próprio processo regulatório, como faz a Cainvest.

Fonte: Exame. Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.

Gostou? Receba o Radar do Mundo das Fintechs

As notícias de fintech que importam, em 3 minutos. Todos os dias, às 7h, de graça.