Galapagos Capital, com R$ 45 bilhões sob gestão, fecha parceria exclusiva com a MDS Brasil para vender seguros a pessoas físicas e empresas
Apólices de vida, de carros de alto padrão e de residências, seguros para empresas e a Letra de Risco e Seguro passam a ser oferecidos dentro do wealth management, do banco de investimento e da gestão de ativos da Galapagos, depois da aprovação regulatória

Ariel Couto, CEO da MDS Brasil. Foto: Divulgação/CQCS
A gestora Galapagos Capital fechou uma parceria com a corretora de seguros MDS Brasil para vender, com exclusividade, seguros e soluções de gestão de riscos aos seus clientes, segundo a coluna Painel S.A., da Folha de S.Paulo, nesta segunda-feira (2). Os produtos serão integrados às três áreas da casa: wealth management (gestão de fortunas), investment banking (banco de investimento) e asset management (gestão de ativos).
Com mais de R$ 45 bilhões sob gestão, a Galapagos passa a oferecer à sua base produtos individuais da MDS, como seguros de vida e apólices para automóveis de alto padrão e residências.
Para as empresas atendidas pela gestora, o acordo prevê seguros patrimoniais e de responsabilidades, seguros de vida e saúde em grupo, linhas financeiras, como garantia e crédito, e produtos mais elaborados, que usam instrumentos financeiros. Um deles é a LRS (Letra de Risco e Seguro), título que une investimento e gestão de risco.
“Sempre buscamos complementar a oferta de serviços financeiros aos nossos clientes com a componente do seguro. Encontramos na MDS o parceiro ideal para tornar isso possível: atuando em todos os segmentos, posicionada entre as líderes no mercado local e com presença global”, afirmou José Ermírio de Moraes, sócio da Galapagos Capital.
“Sempre buscamos complementar a oferta de serviços financeiros aos nossos clientes com a componente do seguro.”
José Ermírio de Moraes, sócio da Galapagos Capital
A oferta começa depois que o processo de aprovação regulatória for concluído. “Os clientes da Galapagos, que já tinham à sua disposição soluções para as suas necessidades financeiras, sejam de investimento ou crédito, passam a contar também com toda a gama de produtos para a sua proteção”, disse Ariel Couto, CEO da MDS Brasil.
A coluna não informou metas de venda nem a divisão de receitas da parceria.
Por que importa. Seguro vendido para quem já é cliente é receita recorrente de comissão sobre uma base que já existe, sem custo de aquisição novo. Gestoras, bancos digitais e fintechs de crédito têm o relacionamento e os dados de patrimônio e de risco do cliente; com uma corretora parceira, conseguem vender proteção sem montar uma seguradora, e a Letra de Risco e Seguro abre ainda um produto de investimento ligado a risco.
Fonte: Folha de S.Paulo (Painel S.A.). Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.
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