Fintechs na bolsaBolsa
Nubank US$ 12,03 +2,47%Inter US$ 3,86 +2,12%PagBank US$ 7,6 −0,78%Stone US$ 7,51 +0,27%XP US$ 15,14 +2,44%Nubank US$ 12,03 +2,47%Inter US$ 3,86 +2,12%PagBank US$ 7,6 −0,78%Stone US$ 7,51 +0,27%XP US$ 15,14 +2,44%
Abra sua fintech
Mundo das FintechsMundo das Fintechs
Buscar no Mundo das Fintechs
Publicidade
Hub 360
O time tech da sua fintech

Tenha sua plataforma de Banking ou Crédito no ar em semanas. Depois, ela cresce com você: módulo a módulo, ideia a ideia

Começar uma conversa
Cripto

Mercado Bitcoin inicia recompra de criptomoedas após ataque hacker; US$ 33 milhões seguem com o invasor, cerca de 3% da custódia

Corretora diz que vai repor os ativos com dinheiro próprio, com parceiros no Brasil e no exterior, e que todos os saldos anteriores ao ataque serão honrados; caixa e custo da recompra não foram informados

Por Redação Mundo das Fintechs · 06/11/2026 · 3 min de leitura
Mercado Bitcoin inicia recompra de criptomoedas após ataque hacker; US$ 33 milhões seguem com o…

Fabrício Tota, VP de Negócios Cripto do Mercado Bitcoin. Foto: Divulgação/MB

O Mercado Bitcoin (MB) começou a recompra de criptomoedas para repor os ativos desviados no ataque hacker sofrido na segunda-feira (2), segundo o Valor Econômico. De acordo com Fabrício Tota, VP de Negócios Cripto da corretora, cerca de US$ 33 milhões ainda estão nas mãos do responsável pelo ataque, o equivalente a aproximadamente 3% dos ativos custodiados pela empresa.

Em vídeo publicado no canal do MB no YouTube, Tota disse que a recompra é feita com parceiros no Brasil e no exterior e financiada com dinheiro da própria corretora. “A nossa mesa de operações traçou um plano que já está em execução para fazer a recompra desses ativos com parceiros aqui no Brasil e também no exterior”, afirmou. Segundo ele, todos os saldos de clientes registrados antes do ataque serão honrados.

Para mostrar fôlego financeiro, o executivo citou a posição de caixa e as rodadas de investimento da corretora, entre elas o aporte de US$ 20 milhões da Tether, emissora da stablecoin USDT, em julho deste ano. Segundo ele, o MB recebeu mais de US$ 300 milhões em investimentos desde 2020. Tota não informou quanto a empresa tem hoje em caixa nem o custo estimado da recompra.

Os ativos roubados estavam nas hot wallets, carteiras conectadas à internet que as corretoras usam para saques e depósitos do dia a dia; a maior parte da custódia do MB fica em carteiras frias, fora da internet, segundo o executivo. Ele não detalhou como os invasores entraram nos sistemas nem se os responsáveis foram identificados. O ataque envolveu US$ 49,2 milhões em ativos digitais, e a corretora informou nesta semana ter bloqueado mais de US$ 16 milhões, de acordo com o Valor.

“A nossa mesa de operações traçou um plano que já está em execução para fazer a recompra desses ativos com parceiros aqui no Brasil e também no exterior”

Fabrício Tota, VP de Negócios Cripto do Mercado Bitcoin, em vídeo no YouTube da corretora

A partir de segunda-feira (9), os clientes voltam a acessar as contas pelo site, mas só para consultar saldos e investimentos, na posição anterior ao incidente. Negociações, saques e depósitos serão liberados depois, por grupos de criptoativos e redes, ainda sem cronograma para a volta completa.

Por que importa. Um ataque que leva cerca de 3% da custódia e deixa a corretora sem saques e negociações desde segunda (2), sem prazo para a volta completa, mostra quanto vale a infraestrutura de segurança em cripto. Para quem tem ou quer montar fintech, há negócio em custódia com carteiras frias, monitoramento de transações on-chain, seguro de ativos digitais e serviços de liquidez para corretoras, exigências que devem pesar mais com a autorização de PSAV pelo Banco Central.

Fonte: Valor Econômico. Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.

Gostou? Receba o Radar do Mundo das Fintechs

As notícias de fintech que importam, em 3 minutos. Todos os dias, às 7h, de graça.

Siga o Mundo das Fintechs

As notícias de fintech todo dia no seu feed.

LinkedInInstagram