Fintechs na bolsaBolsa
Nubank US$ 12,59 −16,95%Inter US$ 4,68 −34,91%PagBank US$ 8,56 −25,17%Stone US$ 8,33 −27,44%XP US$ 15,71 −48,36%Nubank US$ 12,59 −16,95%Inter US$ 4,68 −34,91%PagBank US$ 8,56 −25,17%Stone US$ 8,33 −27,44%XP US$ 15,71 −48,36%
Abra sua fintech
Mundo das FintechsMundo das Fintechs
Buscar no Mundo das Fintechs
Publicidade
Hub 360
O time tech da sua fintech

Tenha sua plataforma de Banking ou Crédito no ar em semanas. Depois, ela cresce com você: módulo a módulo, ideia a ideia

Começar uma conversa
Regulação

Pix: regra do BC que vale desde esta segunda obriga bancos a informar em que etapa do rastreio está cada transferência suspeita

Mudança faz parte do MED 2.0, que segue o dinheiro do golpe além da primeira conta; cliente não precisa atualizar o app e segue com 80 dias para contestar

Por Redação Mundo das Fintechs · 26/10/2026 · 3 min de leitura
Pix: regra do BC que vale desde esta segunda obriga bancos a informar em que etapa do rastreio…

Sede do Banco Central na Avenida Paulista. Foto: Dornicke/Wikimedia Commons (domínio público)

Uma nova regra do Banco Central para o Pix entrou em vigor nesta segunda-feira (26). A partir de agora, os bancos e instituições de pagamento têm de informar, na troca de alertas sobre uma transferência suspeita, em que etapa do rastreamento ela está: se o dinheiro saiu direto da conta da vítima ou se já passou por outras contas antes de chegar ao suspeito, segundo reportagem da BPMoney com informações do BC.

A mudança faz parte do MED 2.0, a nova versão do Mecanismo Especial de Devolução. Na versão anterior, a busca parava na primeira conta que recebia o Pix, e os bancos tinham dificuldade de acompanhar o dinheiro depois que o golpista o espalhava por outras contas. Com o MED 2.0, as instituições conseguem seguir o caminho dos recursos e pedir bloqueios nas contas seguintes.

Para o usuário, nada muda no uso do Pix: o ajuste é feito nos sistemas internos das instituições, sem atualização de aplicativo nem função nova para ativar. Quem cai em golpe continua registrando a contestação no app do próprio banco, em até 80 dias depois da transferência. Depois do pedido, as instituições envolvidas têm até sete dias para analisar o caso e, se confirmarem a fraude, devolvem o que conseguirem recuperar.

O MED não garante a devolução integral: se o dinheiro já foi sacado ou a conta foi esvaziada, a vítima pode receber só uma parte ou nada. O mecanismo vale para fraudes, golpes e crimes; Pix feito por engano e desacordo comercial ficam de fora.

“”

Na prática, o peso recai sobre quem opera o Pix por trás do aplicativo: bancos, fintechs com conta própria e os provedores de infraestrutura que conectam essas instituições ao sistema do BC precisam registrar e compartilhar mais dados a cada alerta de fraude.

Por que importa. cada regra nova do MED aumenta o trabalho de rastrear, bloquear e reportar golpes, e muita fintech não quer montar isso sozinha. Quem vende antifraude, monitoramento de transações ou conexão ao Pix já pronta para essas exigências tem um mercado que cresce a cada atualização do Banco Central.

Fonte: BPMoney, com informações do Banco Central. Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.

Gostou? Receba o Radar do Mundo das Fintechs

As notícias de fintech que importam, em 3 minutos. Todos os dias, às 7h, de graça.