Fintechs na bolsaBolsa
Nubank US$ 12,59 −16,95%Inter US$ 4,68 −34,91%PagBank US$ 8,56 −25,17%Stone US$ 8,33 −27,44%XP US$ 15,71 −48,36%Nubank US$ 12,59 −16,95%Inter US$ 4,68 −34,91%PagBank US$ 8,56 −25,17%Stone US$ 8,33 −27,44%XP US$ 15,71 −48,36%
Abra sua fintech
Mundo das FintechsMundo das Fintechs
Buscar no Mundo das Fintechs
Publicidade
Hub 360
O time tech da sua fintech

Tenha sua plataforma de Banking ou Crédito no ar em semanas. Depois, ela cresce com você: módulo a módulo, ideia a ideia

Começar uma conversa
Mercado

XP cai 48%, Agibank 37% e Nubank 17%: as sete fintechs brasileiras em Nova York fecham em queda no 1º pregão após a reeleição de Lula

Ações de XP, Agibank, PicPay, Inter, Stone, PagBank e Nubank recuaram de 17% a 48% nesta segunda-feira (26) na Nasdaq e na NYSE, segundo os dados de fechamento

Por Redação Mundo das Fintechs · 26/10/2026 · 3 min de leitura
XP cai 48%, Agibank 37% e Nubank 17%: as sete fintechs brasileiras em Nova York fecham em queda…

Variação das ações no fechamento de 26/10/2026. Fonte: Nasdaq e Yahoo Finance. Arte: Mundo das Fintechs

As sete fintechs brasileiras com ações negociadas nas bolsas dos Estados Unidos fecharam em queda nesta segunda-feira (26), primeiro pregão depois da reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no domingo (25). As perdas foram de 16,95% (Nubank) a 48,36% (XP), segundo os dados de fechamento da Nasdaq, conferidos também no Yahoo Finance.

A XP Inc. (XP) teve a maior queda: a ação recuou 48,36%, de US$ 30,41 na sexta-feira (23) para US$ 15,71. Em seguida vieram o Agibank (AGBK), com queda de 37,40%, a US$ 4,75; o PicPay (PICS), com 36,38%, a US$ 8,78; e o Inter (INTR), com 34,91%, a US$ 4,68.

A StoneCo (STNE), dona da Stone, caiu 27,44%, a US$ 8,33, e a PagSeguro (PAGS), dona do PagBank, 25,22%, a US$ 8,56. A Nu Holdings (NU), controladora do Nubank, recuou 16,95%, a US$ 12,59. Os sete fecharam a sexta-feira (23) em alta.

No pré-mercado, antes da abertura, a queda da XP chegou a 45,3%, segundo o Investing.com. Ao longo do dia, o Ibovespa teve o primeiro circuit breaker desde março de 2020, e o dólar comercial abriu em alta de mais de 8%, segundo o InfoMoney.

“Gestão de portfólio de longo prazo se faz com serenidade, disciplina”

Rodrigo Sgavioli, sócio e head de alocação da XP, ao InfoMoney

Segundo o Valor Investe, as duas maiores do grupo estão expostas de formas diferentes: a XP depende da atividade dos investidores e da distribuição de produtos financeiros, e o Nubank, que atua principalmente com serviços bancários e crédito, está exposto às perspectivas para juros, inadimplência e consumo das famílias. O Valor Econômico registrou queda de mais de 22% nos ADRs de bancos brasileiros pela manhã.

Analistas da própria XP comentaram o dia ao InfoMoney. Para Rodrigo Sgavioli, sócio e head de alocação da casa, a variável que mais deve pesar sobre os ativos é a fiscal. Raphael Figueredo, estrategista de ações da XP, disse que o circuit breaker serve para “evitar levar esse pânico de mercado ao extremo” e recomendou evitar “comportamento nos extremos de mercado, seja na extrema euforia ou no extremo pânico”.

O movimento é o inverso do registrado depois do primeiro turno: em 5 de outubro, as mesmas sete ações subiram de 13% a 31% em Nova York. Para o que já está decidido e o que ainda depende do Congresso e do Banco Central no novo mandato, leia a reportagem do Mundo das Fintechs sobre o que muda para fintechs, FIDCs e crédito.

Por que importa. As fintechs brasileiras listadas fora têm operações concentradas no Brasil, como lembra o Valor Investe, então o preço delas em dólar reage ao humor com o país no mesmo dia. Para quem monta ou dirige uma fintech, um dia assim mostra o peso do custo de captação e do apetite do investidor no negócio: crédito, antecipação de recebíveis e distribuição de investimentos ganham ou perdem valor conforme juros e câmbio, e quem tem funding diversificado atravessa melhor esses períodos.

Fonte: Nasdaq, Yahoo Finance, Valor Investe, InfoMoney e Valor Econômico. Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.

Gostou? Receba o Radar do Mundo das Fintechs

As notícias de fintech que importam, em 3 minutos. Todos os dias, às 7h, de graça.