Solfácil, fintech de crédito solar de Fabio Carrara, contrata Bárbara Rubim, presidente do conselho da Absolar, como VP Jurídica
Diretoria jurídica vira vice-presidência e passa a cuidar também de compliance, governança e da relação com Aneel, MME, Congresso e Banco Central; executiva tem 15 anos no setor elétrico

Bárbara Rubim, vice-presidente Jurídica e de Relações Institucionais da Solfácil. Foto: Divulgação/Solfácil
A Solfácil, fintech que reúne crédito e um ecossistema de serviços para o mercado de energia solar, anunciou nesta terça-feira (27) a advogada Bárbara Rubim como vice-presidente Jurídica e de Relações Institucionais. Com a chegada dela, a antiga Diretoria Jurídica é elevada a vice-presidência e passa a integrar a liderança executiva da companhia.
O escopo da área foi ampliado: além do jurídico, a nova vice-presidência responde por compliance, governança corporativa e pela agenda de políticas públicas e relações institucionais. Bárbara será a interlocutora da Solfácil com o Congresso Nacional, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o Ministério de Minas e Energia (MME) e o Banco Central, além de associações e entidades do setor.
A executiva tem 15 anos de atuação no setor elétrico, com foco em regulação e energias renováveis. Ela preside o Conselho de Administração da Absolar, a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica, e é diretora de Energia do Departamento de Infraestrutura (Deinfra) da Fiesp.
Segundo a empresa, o objetivo é que a Solfácil não só acompanhe as mudanças regulatórias em curso, como a abertura do mercado livre de energia para consumidores de baixa tensão e as discussões sobre a estrutura das tarifas, mas também contribua para regras previsíveis para toda a cadeia da energia solar.
“Meu papel é fazer da regulação uma vantagem competitiva para a Solfácil: antecipar as mudanças, convertê-las em oportunidades para a companhia e para a nossa rede de parceiros”
Bárbara Rubim, vice-presidente Jurídica e de Relações Institucionais da Solfácil
“Bárbara reúne conhecimento regulatório, visão de negócio e experiência no diálogo institucional. Contar com ela à frente dessa nova Vice-Presidência fortalece nossa capacidade de transformar essa visão em crescimento para a Solfácil e para os nossos clientes”, afirmou Fabio Carrara, fundador e CEO da Solfácil.
“O setor elétrico vive um período de profundas transformações. Meu papel é fazer da regulação uma vantagem competitiva para a Solfácil”, disse Bárbara.
Por que importa. A Solfácil mostra que uma fintech pode crescer financiando um único setor que conhece a fundo. Crédito para placa solar é um nicho com garantia no próprio equipamento e economia na conta de luz que ajuda a pagar a parcela. Quando a regra do setor muda, como a abertura do mercado livre para a baixa tensão, abre espaço para novos produtos financeiros, e a fintech que entende a regulação antes dos outros chega primeiro a esse dinheiro.
Fonte: Startups. Texto reescrito pela Redação Mundo das Fintechs.
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